5 meses pra mudar a minha vida
5 meses pra consertar todas as besteiras
5 semanas pra decidir o que eu quero
5 horas pra dizer tudo o que quero dizer
5 minutos pra um telefonema
Nenhum segundo me restou.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
No chico xavier
Mil palavras em meus ouvidos
Mil conversas, mil tons.
Tantas coisas a tanta velocidade
Meu medo reflete-se em lágrimas,
Frágil, tento disfarçar meu embaraço.
Tentar me salvar de nada adianta,
Por que só eu sei a dor que é experimentar o caos depois de dias de verão.
Mil conversas, mil tons.
Tantas coisas a tanta velocidade
Meu medo reflete-se em lágrimas,
Frágil, tento disfarçar meu embaraço.
Tentar me salvar de nada adianta,
Por que só eu sei a dor que é experimentar o caos depois de dias de verão.
terça-feira, 1 de julho de 2008
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Desabafo em meia dúzia de frases baratas
Cansada de fingir estar satisfeita
E está ficando cada vez mais difícil representar.
Os dias estão ficando pesados
Não sei se consigo carregar esse peso.
Só me restam as palavras
Por que de mim, tudo já foi roubado.
Meus sonhos, minha esperança, minha vontade, minha garra
Perdi tudo isso em algum ponto entre as aulas de física e a ida pra casa.
Preciso procurar em algo o caminho
Mas meus pés estão cansados demais para caminhar.
Rotina, maldita rotina que cega
Sei exatamente o que vai acontecer
Sei de cada palavra, de cada gesto, de cada fato, de cada passo
Mas no entanto, nada consigo fazer pra evitar o caos.
Queria poder frear o mal que tenho feito a mim mesma.
E está ficando cada vez mais difícil representar.
Os dias estão ficando pesados
Não sei se consigo carregar esse peso.
Só me restam as palavras
Por que de mim, tudo já foi roubado.
Meus sonhos, minha esperança, minha vontade, minha garra
Perdi tudo isso em algum ponto entre as aulas de física e a ida pra casa.
Preciso procurar em algo o caminho
Mas meus pés estão cansados demais para caminhar.
Rotina, maldita rotina que cega
Sei exatamente o que vai acontecer
Sei de cada palavra, de cada gesto, de cada fato, de cada passo
Mas no entanto, nada consigo fazer pra evitar o caos.
Queria poder frear o mal que tenho feito a mim mesma.
domingo, 22 de junho de 2008
3 de 3
Acendi o último cigarro
É estranho sentir o gosto do fim
As cinzas, a fumaça
O som que trepida, como se houvesse uma fogueira dentro de mim.
Fazer tudo ao contrario
Como se nada pudesse ser feito do jeito convencional
Sentir a mente abrir-se aos poucos
Ver o mundo atrás dos óculos escuros
Ver o mundo como ele é
Ver o mundo atrás de um muro
Ver as cinzas da cidade
O céu claro encima das mãos trêmulas
E o som do silêncio gritando no meu peito.
É estranho sentir o gosto do fim
As cinzas, a fumaça
O som que trepida, como se houvesse uma fogueira dentro de mim.
Fazer tudo ao contrario
Como se nada pudesse ser feito do jeito convencional
Sentir a mente abrir-se aos poucos
Ver o mundo atrás dos óculos escuros
Ver o mundo como ele é
Ver o mundo atrás de um muro
Ver as cinzas da cidade
O céu claro encima das mãos trêmulas
E o som do silêncio gritando no meu peito.
2 de 3
Tem um som nos meus ouvidos.
Um barulho intermitente.
Um ruído de dor, de socorro.
O mundo é claro,
Tudo parece mais nítido que o normal.
Os meus dedos tocam a verdade.
As palavras saem sem som e sem sentido.
Tudo é vívido, tudo é claro e pálido.
Tudo é sombrio.
Dá medo de olhar, medo de sentir
E reviver todo o pesadelo novamente.
Ver o mundo tão real
Ver o mundo atrás de uma casca de fibra.
Tenho algo que ajuda a mascarar.
Sem a mascara, vejo o mundo assim:
Irreal, inseguro, claro, perfeitamente claro
E isso me confunde.
Um barulho intermitente.
Um ruído de dor, de socorro.
O mundo é claro,
Tudo parece mais nítido que o normal.
Os meus dedos tocam a verdade.
As palavras saem sem som e sem sentido.
Tudo é vívido, tudo é claro e pálido.
Tudo é sombrio.
Dá medo de olhar, medo de sentir
E reviver todo o pesadelo novamente.
Ver o mundo tão real
Ver o mundo atrás de uma casca de fibra.
Tenho algo que ajuda a mascarar.
Sem a mascara, vejo o mundo assim:
Irreal, inseguro, claro, perfeitamente claro
E isso me confunde.
1 de 3
Não admito nos outros os mesmos erros que vejo em mim.
Por que eu sei o quanto dói,
O quanto machuca cultiva-los.
A dor é um erro, o erro está na dor.
É como olhar para um espelho
E ver todo o seu reflexo se partir.
É como olhar pro chão
E ver as mesmas pegadas.
É como olhar para o horizonte
E avistar o mesmo abismo.
Por que eu sei o quanto dói,
O quanto machuca cultiva-los.
A dor é um erro, o erro está na dor.
É como olhar para um espelho
E ver todo o seu reflexo se partir.
É como olhar pro chão
E ver as mesmas pegadas.
É como olhar para o horizonte
E avistar o mesmo abismo.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Segunda tentativa
Aprender a andar descalço
Queimar o pé no asfalto
Chega de cansar, de disfarçar
Caminhar até desidratar;
Numa chuva de vento, de palavras, de pensamentos
Sol de 38º
Aprender a caminhar sozinho
Esquecer o celular de propósito
Não dizer uma palavra
Fazer as velhas frases ter sentido
Olhar pra traz e rir de tudo.
Queimar o pé no asfalto
Chega de cansar, de disfarçar
Caminhar até desidratar;
Numa chuva de vento, de palavras, de pensamentos
Sol de 38º
Aprender a caminhar sozinho
Esquecer o celular de propósito
Não dizer uma palavra
Fazer as velhas frases ter sentido
Olhar pra traz e rir de tudo.
domingo, 20 de abril de 2008
sábado, 5 de abril de 2008
quinta-feira, 27 de março de 2008
Completa desrealização
Caminhando com destino pré-determinado
De repente uma ânsia
Desta vez sem motivos
Um fantasma, uma voz que não ouvia.
Nenhum som
Eu e o caminho.
Apenas, o caminho e o caminhar.
Sentir-me a flutuar, numa realidade paralela.
Com medo de cair
Quantas dimensões experimentei naquele momento?
Quando percebo, parei de caminhar.
Estou no meio da rua em plena crise respiratória
Quantos passos dei?
Quanto tempo fiquei parada ali?
Percebo que restabeleci a consciência
Sair de uma realidade para a outra nunca é fácil
Experimentar mais uma crise, sempre é difícil.
De repente uma ânsia
Desta vez sem motivos
Um fantasma, uma voz que não ouvia.
Nenhum som
Eu e o caminho.
Apenas, o caminho e o caminhar.
Sentir-me a flutuar, numa realidade paralela.
Com medo de cair
Quantas dimensões experimentei naquele momento?
Quando percebo, parei de caminhar.
Estou no meio da rua em plena crise respiratória
Quantos passos dei?
Quanto tempo fiquei parada ali?
Percebo que restabeleci a consciência
Sair de uma realidade para a outra nunca é fácil
Experimentar mais uma crise, sempre é difícil.
terça-feira, 25 de março de 2008
Racional, objetivo
Sou fã da objetividade
Nada daquelas perguntas sem sentido, ou de enrolar, andar em círculos!
Direta e concisa
É desta forma que eu gosto das coisas
De confuso já basta o meu eu
Quando se é direto consegue-se o que quer
Passa a ser merecedor de credibilidade
A ousadia é uma arma merecedora de vitória
Confio mais em quem é direto
Parece que tem um q a mais de racionalidade
E racionalidade é algo que admiro ao extremo.
Nada daquelas perguntas sem sentido, ou de enrolar, andar em círculos!
Direta e concisa
É desta forma que eu gosto das coisas
De confuso já basta o meu eu
Quando se é direto consegue-se o que quer
Passa a ser merecedor de credibilidade
A ousadia é uma arma merecedora de vitória
Confio mais em quem é direto
Parece que tem um q a mais de racionalidade
E racionalidade é algo que admiro ao extremo.
segunda-feira, 24 de março de 2008
Descobrindo segredos
Algumas pessoas machucam porque não sabem o que fazem, outras fazem de propósito.
Sinto-me roubada, invadida, sempre que fico de lado, ou sempre que me roubam algo, mesmo que seja apenas um sonho.
Às vezes se torna difícil distinguir o que é real do que não é.
Os especialistas não sabem o que fazer comigo
Eu não sei o que faço com as pessoas
Elas são mais estranhas que eu.
Meu mundo é pequeno, frio e vazio!
Não tem muitas vozes nele, e talvez nenhum som...
Por que as pessoas se escondem em?
Seria tão mais fácil gritar toda a verdade
Quem se importa se você faz merda?
Que diferença faz o que você é de verdade?
Talvez o problema seja justamente aquela historia de magoar as pessoas,
Pra mim o problema não é bem esse.
Pode me dizer o que quiser. Ser amigo é ser verdadeiro
Tanto faz o que você é.
Tanto faz o que você faz
Gosto de ouvir verdades e nada mais.
Sinto-me roubada, invadida, sempre que fico de lado, ou sempre que me roubam algo, mesmo que seja apenas um sonho.
Às vezes se torna difícil distinguir o que é real do que não é.
Os especialistas não sabem o que fazer comigo
Eu não sei o que faço com as pessoas
Elas são mais estranhas que eu.
Meu mundo é pequeno, frio e vazio!
Não tem muitas vozes nele, e talvez nenhum som...
Por que as pessoas se escondem em?
Seria tão mais fácil gritar toda a verdade
Quem se importa se você faz merda?
Que diferença faz o que você é de verdade?
Talvez o problema seja justamente aquela historia de magoar as pessoas,
Pra mim o problema não é bem esse.
Pode me dizer o que quiser. Ser amigo é ser verdadeiro
Tanto faz o que você é.
Tanto faz o que você faz
Gosto de ouvir verdades e nada mais.
quarta-feira, 19 de março de 2008
quinta-feira, 13 de março de 2008
quarta-feira, 12 de março de 2008
Psicologia/Psicanalise
A única coisa que tenho descoberto é o fato de que nada sei sobre mim.
O que sei é que o meu mudo constitui-se de um grande mosaico,
Um preenchimento do plano com figuras geométricas.
A cada dia, tenho me assustado cada vez mais!
São atitudes inesperadas
Pensamentos que antes não eram meus
São vontades estranhas
Tudo envolto de um vazio gélido.
São lágrimas que escorrem sem qualquer controle
Tremores que abalam uma estrutura rígida
É uma fraqueza expressa em um rosto antes imponente
Uma junção de palavras sem sentido
Uma confusão
Um eterno “eu não sei”...
O que sei é que o meu mudo constitui-se de um grande mosaico,
Um preenchimento do plano com figuras geométricas.
A cada dia, tenho me assustado cada vez mais!
São atitudes inesperadas
Pensamentos que antes não eram meus
São vontades estranhas
Tudo envolto de um vazio gélido.
São lágrimas que escorrem sem qualquer controle
Tremores que abalam uma estrutura rígida
É uma fraqueza expressa em um rosto antes imponente
Uma junção de palavras sem sentido
Uma confusão
Um eterno “eu não sei”...
domingo, 9 de março de 2008
Minha visão de mundo
Meu mundo não é tão colorido e regular, como sugerem os filmes e livros.
Parece que é composto de fragmentos
Pedaços desconexos que se unem sem motivo
Não falo de átomos. Isto está bem longe de qualquer concepção de ciência.
Falo de como as coisas se unem;
Como elas se integram para formar aquilo que se conhece por realidade.
A impressão obtida é de que se pode simplesmente tocar em cada trecho, em cada parte, em cada frase.
É como se o todo não existisse.
A junção das partes, nem sempre constitui um todo.
É insólito.
Desconexo
Independente
Não existe unificação
Tem-se como tocar o silêncio
Tem-se como tocar nas frases e nas cores
Nada é real
São apenas pedaços de realidade, que não estão nem perto de constitui-la,
E distancia-se até mesmo de qualquer forma genérica de realidade.
São redemoinhos, curvas, encruzilhadas.
Pedaços, partes, fragmentos de papel.
Frases no canto da sala
Verdades atrás das cortinas
Números e músicas
Realidade que jamais constituirá um todo.
Parece que é composto de fragmentos
Pedaços desconexos que se unem sem motivo
Não falo de átomos. Isto está bem longe de qualquer concepção de ciência.
Falo de como as coisas se unem;
Como elas se integram para formar aquilo que se conhece por realidade.
A impressão obtida é de que se pode simplesmente tocar em cada trecho, em cada parte, em cada frase.
É como se o todo não existisse.
A junção das partes, nem sempre constitui um todo.
É insólito.
Desconexo
Independente
Não existe unificação
Tem-se como tocar o silêncio
Tem-se como tocar nas frases e nas cores
Nada é real
São apenas pedaços de realidade, que não estão nem perto de constitui-la,
E distancia-se até mesmo de qualquer forma genérica de realidade.
São redemoinhos, curvas, encruzilhadas.
Pedaços, partes, fragmentos de papel.
Frases no canto da sala
Verdades atrás das cortinas
Números e músicas
Realidade que jamais constituirá um todo.
segunda-feira, 3 de março de 2008
Haloperidol, Risperidona, Olanzapina, Clozapina...
Alguém me fala algo
Alguém me fala constantemente
Não quero mais ouvir
Não consigo evitar
Alucinação?
Alguém me fala constantemente
Não quero mais ouvir
Não consigo evitar
Alucinação?
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Primeira tentativa
Um belo dia quando você menos esperar, o demônio bate na sua porta.
Só é você e ele;
É tudo ou nada.
Então você percebe que ele veio atraido por algo.
Veio por conta dos mesmos erros cometidos;
Do egocentrismo;
Das mesmas promessas
Tão vazias quanto seus sonhos e sorrizos.
Um dia você dorme.
No outro você acorda e não mais vê o demônio.
O demônio descansa;
O demônio espera;
O demônio é paciente.
Mas um belo dia quando você menos esperar, o demônio novamente bate na sua porta.
É a sua vez.
Matei um demônio.
Matei com uma espada trazida por um amigo.
Só é você e ele;
É tudo ou nada.
Então você percebe que ele veio atraido por algo.
Veio por conta dos mesmos erros cometidos;
Do egocentrismo;
Das mesmas promessas
Tão vazias quanto seus sonhos e sorrizos.
Um dia você dorme.
No outro você acorda e não mais vê o demônio.
O demônio descansa;
O demônio espera;
O demônio é paciente.
Mas um belo dia quando você menos esperar, o demônio novamente bate na sua porta.
É a sua vez.
Matei um demônio.
Matei com uma espada trazida por um amigo.
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